
Já que a Warner Bros não poderá ser julgada por difamação, a Daisia Chantel Frank (na época usou pseudônimo de Jane Doe) que deu aquela declaração mentirosa no documentário “Chris Brown: A History of Violence” será julgada formalmente.
No início de 2025, Chris e seus advogados moveram uma ação de $500 milhões de dólares contra a Warner Bros. Discovery e os produtores/envolvidos, assim que a justiça negou o pedido por entender que o documentário foi “jornalístico”, sobrou para as partes menores. Daisia ficou com medo e pediu arquivamento do pedido do Chris Brown.
Segundo o MyNewsLA, o juiz da Superior Court de Los Angeles decidiu que ela será julgada SIM, enfrentando o júri por difamação e sofrimento emocional intencional, conforme ação movida pelo artista.
Entenda o caso:
A acusação original surgiu após uma festa de Ano-Novo em um iate, quando a mulher afirmou publicamente que Brown a teria estupra**. O cantor sempre negou as alegações e sustenta que as declarações são falsas e prejudicaram gravemente sua reputação e carreira.
Com a nova decisão, o tribunal entendeu que a afirmação feita pela acusadora foi apresentada como declaração de fato, e não como opinião — o que significa que ela pode, sim, ser analisada sob a ótica de difamação em julgamento.
O juiz rejeitou a ideia de que Brown seja “libel-proof” (alguém com reputação tão arruinada que novas acusações não causam dano), porque, segundo ele, sua história pública não inclui acusações de estupro.
Chama atenção a aparente incoerência: enquanto o juiz negou o processo de Chris Brown contra a Warner Bros.
Discovery com base na liberdade de expressão, a mesma Justiça agora entende que a declaração da acusadora pode ser tratada como fato — e, portanto, analisada como possível difamação.
Chris Brown vazou as conversas que teve com a mulher na época e mostra que foi tudo consensual e que foi processado após rejeitá-la:










